Vimeiro (Alcobaça) e a Mata Nacional DOMINGO, 31/JUL/2011
Vimeiro nasce e cresce à volta da Granja do Vimeiro fundada pelos monges de Cister. Em 1296 já era referida, pertencendo à vila de Alvorninha. Na Granja do Vimeiro funcionou em tempos, uma escola agrícola do Mosteiro de Alcobaça.
Dos extensos terrenos da granja fazia parte a mata, que ocupava as encostas e as cumeadas das elevações e proporcionava uma reserva de madeira e de caça. Desta área de mata, o Estado reservou para si 2 espaços: a Mata do Vimeiro e a Mata das Mestras, que ainda hoje mantém as espécies autóctones, características do clima mediterrânico e onde abundam as quercinas.
Foi nesta Mata do Vimeiro que, pelos anos 30, Joaquim Vieira da Natividade se tornou responsável pela Estação Experimental do Sobreiro – Alcobaça onde havia de se estudar a resolução de vários problemas que surgiam na produção de cortiça, bem como o aperfeiçoamento da rentabilidade das várias espécies que recolheu do mundo mediterrânico e da Califórnia, onde se repetem as condições e as espécies do Mediterrâneo.
121º Passeio Pedestre Junho 2011
Do Campo à Serra do Bouro 26 de Junho de 2011
Percurso:
Circular, com partida da aldeia do Campo em direcção da Serra do Bouro, passando pela Corujeira, Zambujeiro, Espinheira, Cabeço da Vela, Vale de Égua, Casais das Laranjeiras. Em cerca de 5 Km temos uma paisagem dominada por erva espontânea e pequenos arbustos, e apesar da altitude máxima rondar os 100 m, em dia limpo usufrui- se de uma abrangente e magnifica vista a cerca de 180º permitindo vislumbrar S.Martinho do Porto rodando até avistar Peniche, avistando-se a Serra dos Candeeiros num lado e Montejunto do outro. Maior parte do percurso é dominado por floresta, essencialmente eucalipto e pinheiro e alguns terrenos de horticultura. Percurso extenso mas sem declives abruptos, essencialmente planáltico, um pouco mais exigente em alguns troços com terreno arenoso solto mas com sombras.
Organização – GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES em
Parceria com a Associação de Cultura e Recreio do Campo
Participação da Casa da Cultura José Bento da Silva
Percurso:
Circular, com partida da aldeia do Campo em direcção da Serra do Bouro, passando pela Corujeira, Zambujeiro, Espinheira, Cabeço da Vela, Vale de Égua, Casais das Laranjeiras. Em cerca de 5 Km temos uma paisagem dominada por erva espontânea e pequenos arbustos, e apesar da altitude máxima rondar os 100 m, em dia limpo usufrui- se de uma abrangente e magnifica vista a cerca de 180º permitindo vislumbrar S.Martinho do Porto rodando até avistar Peniche, avistando-se a Serra dos Candeeiros num lado e Montejunto do outro. Maior parte do percurso é dominado por floresta, essencialmente eucalipto e pinheiro e alguns terrenos de horticultura. Percurso extenso mas sem declives abruptos, essencialmente planáltico, um pouco mais exigente em alguns troços com terreno arenoso solto mas com sombras.
Organização – GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES em
Parceria com a Associação de Cultura e Recreio do Campo
Participação da Casa da Cultura José Bento da Silva
Caminhada extra - Palmela percurso dos Moinhos
Palmela – percurso dos Moinhos
12 de Junho de 2011 – Inscrições até dia 9 Junho
Ver mais fotos na nossa pagina facebook »
Percurso:
Circular, caminho sinuoso ao longo da cumeada da Serra do Louro (Parque Natural da Arrábida),
passando por moinhos de vento, pela estação arqueológica de Chibanes (séc. I a III ac) e por sepulcro neolítico. Visita ao
Castelo de Palmela. Vistas amplas e de esplendor, vegetação rasteira, pouco arborescente.
12 de Junho de 2011 – Inscrições até dia 9 Junho
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Percurso:
Circular, caminho sinuoso ao longo da cumeada da Serra do Louro (Parque Natural da Arrábida),
passando por moinhos de vento, pela estação arqueológica de Chibanes (séc. I a III ac) e por sepulcro neolítico. Visita ao
Castelo de Palmela. Vistas amplas e de esplendor, vegetação rasteira, pouco arborescente.
119º Passeio Pedestre Maio 2011
Nascente do rio Alcoa e Vale do Mogo
CHIQUEDA – (ALJUBARROTA) ALCOBAÇA 29 Maio 2011
PERCURSO A PARTIR DA IGREJA DE N. SRA. DO CARMO, PELA NASCENTE DO RIO ALCOA E SUBINDO PELA RUA DO VALEMOGO EM DIRECÇÃO AOS COVÕES E, PELA ESQUERDA, EM DIRECÇÃO Á PEDREIRA. AO LONGO DO GASODUTO, ATÉ À ESTRADA DA ATAIJA, EM DIRECÇÃO AO CARVALHAL. NO CAMPO DE FUTEBOL, PELO VALE DO MOGO ATÉ À NASCENTE DO RIO ALCOA.
Chiqueda está ligada à lenda da fundação do Mosteiro de Alcobaça,
pois neste sítio teria caído a lança que D. Afonso Henriques atirou para
assinalar o local da construção do mosteiro, mas que de noite os anjos
mudaram para o sítio onde foi construído.
Independentemente da lenda, é de facto Chiqueda e a sua nascente do
Rio Alcoa que determinaram a localização, na sua proximidade, da
grande casa de Cister, pois a quantidade e a qualidade da água foram
decisivas para a sua construção aqui perto.
A capela de N. Sra. do Carmo seria de invocação a S. Braz mas é à
Senhora que se realizam as festas do dia da espiga ou da Ascensão do
Senhor aos céus.
O Vale da Ribeira do Mogo é um vale muito encaixado, de morfologia
cársica e flora tipicamente mediterrânica, que proporciona percursos
de muita beleza, quer pela densa vegetação e pelo som da água a correr
pela ribeira, quer pela paisagem das vertentes calcárias.
CHIQUEDA – (ALJUBARROTA) ALCOBAÇA 29 Maio 2011
PERCURSO A PARTIR DA IGREJA DE N. SRA. DO CARMO, PELA NASCENTE DO RIO ALCOA E SUBINDO PELA RUA DO VALEMOGO EM DIRECÇÃO AOS COVÕES E, PELA ESQUERDA, EM DIRECÇÃO Á PEDREIRA. AO LONGO DO GASODUTO, ATÉ À ESTRADA DA ATAIJA, EM DIRECÇÃO AO CARVALHAL. NO CAMPO DE FUTEBOL, PELO VALE DO MOGO ATÉ À NASCENTE DO RIO ALCOA.
Chiqueda está ligada à lenda da fundação do Mosteiro de Alcobaça,
pois neste sítio teria caído a lança que D. Afonso Henriques atirou para
assinalar o local da construção do mosteiro, mas que de noite os anjos
mudaram para o sítio onde foi construído.
Independentemente da lenda, é de facto Chiqueda e a sua nascente do
Rio Alcoa que determinaram a localização, na sua proximidade, da
grande casa de Cister, pois a quantidade e a qualidade da água foram
decisivas para a sua construção aqui perto.
A capela de N. Sra. do Carmo seria de invocação a S. Braz mas é à
Senhora que se realizam as festas do dia da espiga ou da Ascensão do
Senhor aos céus.
O Vale da Ribeira do Mogo é um vale muito encaixado, de morfologia
cársica e flora tipicamente mediterrânica, que proporciona percursos
de muita beleza, quer pela densa vegetação e pelo som da água a correr
pela ribeira, quer pela paisagem das vertentes calcárias.
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