À volta do Arelho pela Lagoa de Óbidos 25 de Setembro de 2011
Percurso: Circular, com partida da rotunda que liga
o Carregal ao Arelho. Descendo suavemente, primeiro para
nascente depois para norte passando pelos Casais da
Brogueira, até ao braço da Barrosa - já a tocar no concelho de
Caldas da Rainha . Inflectimos depois para poente de modo
a contornar o braço da Barrosa, acabando por subir uma
pequena elevação (50 metros de altitude ) onde se
situa um parque de merendas. Aqui seremos privilegiados com uma belíssima vista para a Lagoa e ao fundo para a Foz do
Arelho. De seguida faz-se uma circunvolução pela Várzea do Arelho, passado pelo aeródromo para depois atravessar-mos
o rio Real, e caminhando para sul, retornaremos à aldeia do Arelho até à capela.
Organização – GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES
Rota da Água
18 SETEMBRO 2011 CALDAS DA RAINHA DAS 9H00 ÀS 12H30
GUIADA PELO SR. CIPRIANO SIMÃO
PONTO DE ENCONTRO: SEDE DO ROTARY CLUB DE CALDAS DA RAINHA RUA DA FÉ NR.º 3 (TÚNEL JUNTO À RUA HENRIQUE SALLES)
ALMOÇO NO RESTAURANTE TAVERNA DA BICA, COM MARCAÇÃO PRÉVIA (NÃO OBRIGATÓRIO).
INSCRIÇÕES PARA O TELM. 964 043 808, OU NO PRÓPRIO DIA LOGO À CHEGADA.
ORGANIZAÇÃO DO ROTARY CLUB DE CALDAS DA RAINHA
GUIADA PELO SR. CIPRIANO SIMÃO
PONTO DE ENCONTRO: SEDE DO ROTARY CLUB DE CALDAS DA RAINHA RUA DA FÉ NR.º 3 (TÚNEL JUNTO À RUA HENRIQUE SALLES)
ALMOÇO NO RESTAURANTE TAVERNA DA BICA, COM MARCAÇÃO PRÉVIA (NÃO OBRIGATÓRIO).
INSCRIÇÕES PARA O TELM. 964 043 808, OU NO PRÓPRIO DIA LOGO À CHEGADA.
ORGANIZAÇÃO DO ROTARY CLUB DE CALDAS DA RAINHA
Passeio ao Luar S.Martinho do Porto
PASSEIO PEDESTRE AO LUAR S. MARTINHO DO PORTO SÁBADO, 13/AGO/2011
PERCURSO A PARTIR DO MIRADOURO DO ADRO, DESCENDO PELAS ESCADAS E CALÇADA DA GLÓRIA EM DIRECÇÃO À PRAIA, PELO AREAL E PELO PASSADIÇO, EM DIRECÇÃO A SALIR, COM REGRESSO PELO SAPAL E PELO PASSEIO DA MARGINAL, ATÉ AO JARDIM DO LARGO FREDERICO ULRICH. SUBIR EM DIRECÇÃO À FALACHA E PELO ANTIGO CAMINHO DA QUINTA DO JOÃO BRANCO, ATÉ AO MOINHO E DALI EM DIRECÇÃO AO FAROL, DESCENDO DEPOIS PELAS ESCADINHAS DO CAIS E REGRESSANDO AO MIRADOURO DO ADRO.
PERCURSO A PARTIR DO MIRADOURO DO ADRO, DESCENDO PELAS ESCADAS E CALÇADA DA GLÓRIA EM DIRECÇÃO À PRAIA, PELO AREAL E PELO PASSADIÇO, EM DIRECÇÃO A SALIR, COM REGRESSO PELO SAPAL E PELO PASSEIO DA MARGINAL, ATÉ AO JARDIM DO LARGO FREDERICO ULRICH. SUBIR EM DIRECÇÃO À FALACHA E PELO ANTIGO CAMINHO DA QUINTA DO JOÃO BRANCO, ATÉ AO MOINHO E DALI EM DIRECÇÃO AO FAROL, DESCENDO DEPOIS PELAS ESCADINHAS DO CAIS E REGRESSANDO AO MIRADOURO DO ADRO.
122º Passeio Pedestre Julho 2011
Vimeiro (Alcobaça) e a Mata Nacional DOMINGO, 31/JUL/2011
Vimeiro nasce e cresce à volta da Granja do Vimeiro fundada pelos monges de Cister. Em 1296 já era referida, pertencendo à vila de Alvorninha. Na Granja do Vimeiro funcionou em tempos, uma escola agrícola do Mosteiro de Alcobaça.
Dos extensos terrenos da granja fazia parte a mata, que ocupava as encostas e as cumeadas das elevações e proporcionava uma reserva de madeira e de caça. Desta área de mata, o Estado reservou para si 2 espaços: a Mata do Vimeiro e a Mata das Mestras, que ainda hoje mantém as espécies autóctones, características do clima mediterrânico e onde abundam as quercinas.
Foi nesta Mata do Vimeiro que, pelos anos 30, Joaquim Vieira da Natividade se tornou responsável pela Estação Experimental do Sobreiro – Alcobaça onde havia de se estudar a resolução de vários problemas que surgiam na produção de cortiça, bem como o aperfeiçoamento da rentabilidade das várias espécies que recolheu do mundo mediterrânico e da Califórnia, onde se repetem as condições e as espécies do Mediterrâneo.
Vimeiro nasce e cresce à volta da Granja do Vimeiro fundada pelos monges de Cister. Em 1296 já era referida, pertencendo à vila de Alvorninha. Na Granja do Vimeiro funcionou em tempos, uma escola agrícola do Mosteiro de Alcobaça.
Dos extensos terrenos da granja fazia parte a mata, que ocupava as encostas e as cumeadas das elevações e proporcionava uma reserva de madeira e de caça. Desta área de mata, o Estado reservou para si 2 espaços: a Mata do Vimeiro e a Mata das Mestras, que ainda hoje mantém as espécies autóctones, características do clima mediterrânico e onde abundam as quercinas.
Foi nesta Mata do Vimeiro que, pelos anos 30, Joaquim Vieira da Natividade se tornou responsável pela Estação Experimental do Sobreiro – Alcobaça onde havia de se estudar a resolução de vários problemas que surgiam na produção de cortiça, bem como o aperfeiçoamento da rentabilidade das várias espécies que recolheu do mundo mediterrânico e da Califórnia, onde se repetem as condições e as espécies do Mediterrâneo.
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