PASSEIO PEDESTRE AO LUAR S. MARTINHO DO PORTO SÁBADO, 13/AGO/2011
PERCURSO A PARTIR DO MIRADOURO DO ADRO, DESCENDO PELAS ESCADAS E CALÇADA DA GLÓRIA EM DIRECÇÃO À PRAIA, PELO AREAL E PELO PASSADIÇO, EM DIRECÇÃO A SALIR, COM REGRESSO PELO SAPAL E PELO PASSEIO DA MARGINAL, ATÉ AO JARDIM DO LARGO FREDERICO ULRICH. SUBIR EM DIRECÇÃO À FALACHA E PELO ANTIGO CAMINHO DA QUINTA DO JOÃO BRANCO, ATÉ AO MOINHO E DALI EM DIRECÇÃO AO FAROL, DESCENDO DEPOIS PELAS ESCADINHAS DO CAIS E REGRESSANDO AO MIRADOURO DO ADRO.
122º Passeio Pedestre Julho 2011
Vimeiro (Alcobaça) e a Mata Nacional DOMINGO, 31/JUL/2011
Vimeiro nasce e cresce à volta da Granja do Vimeiro fundada pelos monges de Cister. Em 1296 já era referida, pertencendo à vila de Alvorninha. Na Granja do Vimeiro funcionou em tempos, uma escola agrícola do Mosteiro de Alcobaça.
Dos extensos terrenos da granja fazia parte a mata, que ocupava as encostas e as cumeadas das elevações e proporcionava uma reserva de madeira e de caça. Desta área de mata, o Estado reservou para si 2 espaços: a Mata do Vimeiro e a Mata das Mestras, que ainda hoje mantém as espécies autóctones, características do clima mediterrânico e onde abundam as quercinas.
Foi nesta Mata do Vimeiro que, pelos anos 30, Joaquim Vieira da Natividade se tornou responsável pela Estação Experimental do Sobreiro – Alcobaça onde havia de se estudar a resolução de vários problemas que surgiam na produção de cortiça, bem como o aperfeiçoamento da rentabilidade das várias espécies que recolheu do mundo mediterrânico e da Califórnia, onde se repetem as condições e as espécies do Mediterrâneo.
Vimeiro nasce e cresce à volta da Granja do Vimeiro fundada pelos monges de Cister. Em 1296 já era referida, pertencendo à vila de Alvorninha. Na Granja do Vimeiro funcionou em tempos, uma escola agrícola do Mosteiro de Alcobaça.
Dos extensos terrenos da granja fazia parte a mata, que ocupava as encostas e as cumeadas das elevações e proporcionava uma reserva de madeira e de caça. Desta área de mata, o Estado reservou para si 2 espaços: a Mata do Vimeiro e a Mata das Mestras, que ainda hoje mantém as espécies autóctones, características do clima mediterrânico e onde abundam as quercinas.
Foi nesta Mata do Vimeiro que, pelos anos 30, Joaquim Vieira da Natividade se tornou responsável pela Estação Experimental do Sobreiro – Alcobaça onde havia de se estudar a resolução de vários problemas que surgiam na produção de cortiça, bem como o aperfeiçoamento da rentabilidade das várias espécies que recolheu do mundo mediterrânico e da Califórnia, onde se repetem as condições e as espécies do Mediterrâneo.
121º Passeio Pedestre Junho 2011
Do Campo à Serra do Bouro 26 de Junho de 2011
Percurso:
Circular, com partida da aldeia do Campo em direcção da Serra do Bouro, passando pela Corujeira, Zambujeiro, Espinheira, Cabeço da Vela, Vale de Égua, Casais das Laranjeiras. Em cerca de 5 Km temos uma paisagem dominada por erva espontânea e pequenos arbustos, e apesar da altitude máxima rondar os 100 m, em dia limpo usufrui- se de uma abrangente e magnifica vista a cerca de 180º permitindo vislumbrar S.Martinho do Porto rodando até avistar Peniche, avistando-se a Serra dos Candeeiros num lado e Montejunto do outro. Maior parte do percurso é dominado por floresta, essencialmente eucalipto e pinheiro e alguns terrenos de horticultura. Percurso extenso mas sem declives abruptos, essencialmente planáltico, um pouco mais exigente em alguns troços com terreno arenoso solto mas com sombras.
Organização – GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES em
Parceria com a Associação de Cultura e Recreio do Campo
Participação da Casa da Cultura José Bento da Silva
Percurso:
Circular, com partida da aldeia do Campo em direcção da Serra do Bouro, passando pela Corujeira, Zambujeiro, Espinheira, Cabeço da Vela, Vale de Égua, Casais das Laranjeiras. Em cerca de 5 Km temos uma paisagem dominada por erva espontânea e pequenos arbustos, e apesar da altitude máxima rondar os 100 m, em dia limpo usufrui- se de uma abrangente e magnifica vista a cerca de 180º permitindo vislumbrar S.Martinho do Porto rodando até avistar Peniche, avistando-se a Serra dos Candeeiros num lado e Montejunto do outro. Maior parte do percurso é dominado por floresta, essencialmente eucalipto e pinheiro e alguns terrenos de horticultura. Percurso extenso mas sem declives abruptos, essencialmente planáltico, um pouco mais exigente em alguns troços com terreno arenoso solto mas com sombras.
Organização – GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES em
Parceria com a Associação de Cultura e Recreio do Campo
Participação da Casa da Cultura José Bento da Silva
Caminhada extra - Palmela percurso dos Moinhos
Palmela – percurso dos Moinhos
12 de Junho de 2011 – Inscrições até dia 9 Junho
Ver mais fotos na nossa pagina facebook »
Percurso:
Circular, caminho sinuoso ao longo da cumeada da Serra do Louro (Parque Natural da Arrábida),
passando por moinhos de vento, pela estação arqueológica de Chibanes (séc. I a III ac) e por sepulcro neolítico. Visita ao
Castelo de Palmela. Vistas amplas e de esplendor, vegetação rasteira, pouco arborescente.
12 de Junho de 2011 – Inscrições até dia 9 Junho
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Percurso:
Circular, caminho sinuoso ao longo da cumeada da Serra do Louro (Parque Natural da Arrábida),
passando por moinhos de vento, pela estação arqueológica de Chibanes (séc. I a III ac) e por sepulcro neolítico. Visita ao
Castelo de Palmela. Vistas amplas e de esplendor, vegetação rasteira, pouco arborescente.
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