Almoço Natalício 2010

“Tasca da Amália” - Trás-do-Outeiro – Óbidos
19 de Dezembro de 2010



Ementa: Cabidela de galinha caseira(arroz) + bebida + sobremesa+ café
Ou Bacalhau assado na brasa com batata esmurrrada



Organização – GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES
e Casa da Cultura José Bento da Silva (S. Martinho do Porto)

115 º Passeio Pedestre Novembro 2010

À volta do Casal das Freiras
28 de Novembro de 2010



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SANTA CATARINA
A povoação foi uma das 14 vilas dos Coutos de Alcobaça, até à extinção da Ordem de Cister, em 1834.
Recebeu carta de foral do Abade de Alcobaça em 1307, confirmado pelo foral do rei D. Manuel, em 1518.
Teve forca e pelourinho, sinais de justiça própria.
O concelho incluía as terras que se estendem ao longo dos dois vales dos afluentes do Rio de Alfeizerão: Santa Catarina num e Carvalhal Benfeito noutro.
Com a reforma administrativa de meados do século XIX, o concelho foi extinto e foram constituídas as duas freguesias que passaram a integrar o concelho das Caldas da Rainha.
Santa Catarina possui elementos arquitectónicos que atestam a sua história:
- A igreja matriz, com grande torre barroca, que nos remete para os tempos áureos do século XVIII e capela interior manuelina, reveladora de outra época de riquezas: o século XVI.
- O pelourinho, que permanece erecto no largo lateral da igreja, talvez não muito longe da casa da câmara, já desaparecida;
- A casa senhorial, do século XVII, reveladora da importância da riqueza produzida nesta terras;
- As ruínas do castro no Cabeço do Castelo, que atestam o interesse que desde tempos pré-históricos as comunidades humanas manifestaram por esta pródiga região.


CASAL DAS FREIRAS
Situada nas colinas da vertente nascente do vale que, começando a norte de Santa Catarina, se estende para sul, até se encontrar com os outros 2 vales paralelos (o de Carvalhal Benfeito a nascente e o de Vimeiro a poente) e cujos ribeiros se juntam, formando o rio de Alfeizerão, que corre então para oeste, em direcção ao vale tifónico e à baía de S. Martinho do Porto, a pequena povoação estende-se pelo topo das colinas e beneficia das belíssimas paisagens que os vales profundos e frescos pintam de variados tons de verde.
São pouco mais de duas ruas que seguem o serpentear e o sobe e desce das cumeeiras e onde se arrumam as casas discretas e acolhedoras.
Diz-se que aqui viveram duas freiras refugiadas de uma qualquer guerra luso-castelhana e por aqui ficaram, beneficiando do sossego e do retiro do lugar.
Fosse por isso, ou porque apenas foram proprietárias de algumas casas e terrenos, o que é certo é que, mesmo involuntariamente, determinaram a denominação do lugar.
E esta denominação acrescenta uma mística que assenta muito bem nestes lugares calmos e distantes do bulício, onde se reconhecem os sons e o silêncio da natureza e onde apetece ficar a ver e a ouvir o nada e o tudo que os diferentes momentos do dia proporcionam.

ENCOSTA DAS FREIRAS
Escolheu a sua denominação da toponímia e da sua localização geográfica: no Casal das Freiras, na encosta da vertente sul da colina.
É uma antiga quinta que foi recuperada e adaptada a local de eventos: A casa principal com seis quartos; a vacaria transformada em salão e acrescentada com cozinha; a piscina construída a seguir; a churrasqueira e o forno junto ao poço, e todo o espaço coberto por um grande telheiro e com vidros a aconchegar o lugar que nos espera na grande mesa; ainda o terreiro calcetado e o alpendre com arcadas ao fundo.
Tudo virado a nascente, para o vale que vai descendo em socalcos verdes até ao ribeiro ao fundo e volta a subir pela outra encosta arborizada.
Descendo as escadas para o patamar relvado a seguir, acede-se por cancelas de madeira ao patamar seguinte onde borbulha o repuxo no pequeno lago povoado de rãs e nenúfares, emoldurado por papiros do Egipto e bambus num cenário verde de relva. O cenário aquático repete-se noutro patamar, mas desta vez em ambiente de lajes espalhadas pelo verde fresco de musgo. E, pelas cancelas de madeira, desce-se para o patamar com as velhas laranjeiras, em ambiente de horta.
Depois de uma belíssima refeição em ambiente de festa, que melhor do que a paz na natureza da Encosta das Freiras?




Organização: GRUPO DE CAMINHEIROS DOS PIMPÕES e
CASA da CULTURA José Bento da Silva (S. Martinho do Porto)
Colaboração do Srº José Henriques da Quinta da Encosta das Freiras

114ªº Passeio Pedestre Outubro 2010

Turquel ALCOBAÇA DOMINGO, 31/OUT/2010



PERCURSO A PARTIR DO LARGO DO PELOURINHO, PELA IGREJA MATRIZ E PELA CAPELA DE STO. ANTÓNIO, SEGUINDO PELA AZINHAGA DA JOANA E PELA QUINTA DA GRANJA, ATÉ AO POÇO DAS VINHAS, VOLTANDO DEPOIS PELO CAMPO DE TIRO, PELA VELA E PELO OLIVALINHO, DE REGRESSO, PELO MERCADO, AO LARGO DO PELOURINHO.



COLABORAÇÃO DA ADEPART – ASSOC. P/ DEFESA PATRIM. TURQUEL

113º Passeio Pedestre Setembro 2010

De Trás do Outeiro rumo à Capela de S.Antão
26 de Setembro de 2010







PERCURSO: circular, com início na Associação Recreativa local. Saíremos da aldeia no sentido de Óbidos, passando pela Quinta de S. Miguel (remodelação para habitação do antigo convento Capucho de S.Miguel) e caminharemos em direcção ao Penedo das Gralhas. Aqui paramos para visitar a Capela de S. Antão e nos deleitarmos com a bela vista sobre as traseiras do castelo de Óbidos e a Várzea da Rainha. Desceremos pela escadaria em direcção à Várzea da Rainha e perto da estaçãoc.f. inflectiremos para poente, acompanhando lado a lado, o rio Arnóia até perto da aldeia do Carregal onde viraremos para Nordeste para gradualmente subirmos até retornarmos à aldeia de Trás do Outeiro.
A máxima altitude que atingiremos serão 75 metros no Penedo das Gralhas - ainda que o declive seja apreciável - e em cerca de 1 km caminharemos abaixo do nível do mar.

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